Pãtaqueparolas, queria eu ter sentimentos malignos suficientes para sentir muita raiva, ou variantes, de alguém.
Uma amiga minha riu ao saber que eu não conhecia o termo raiva homicida. Acho que é porque nunca tinha chegado ao ponto até ontem, mas isso EU ACHO.
Porquê, na atual conjuntura, queria mesmo ter colhão suficiente para pegar uma "pexera" e rasgar o pneu de um certo CHEVROLET. Seria o ponto mais orgástico da minha vida. Ou usar essa mesma "pexera" para riscar as laterais direita e esquerda, do mesmo CARRO.
E não sei se o estado de espírito da gente atrai as coisas que se relacionam à cor da sua aura, pois "engraçadamente" fui até a locadora de filmes e peguei um que pareceu adaptar-se o suficiente nessa situação: Black Swan...
Sim, eu alugo filmes. Primeiro porque de contravenção já me basta passar em sinal vermelho às vezes, e segundo que evita a fadiga de ficar procurando filmes pela internet. Além de dispensar qualquer tipo de interpretação muito tecnológica, ou o que seja.
Não consigo encontrar uma palavra mais clichê e cabível do que PERTURBADOR, para descrever todo o filme.
A Rainha Amidala esteve perfeita todo o tempo, inclusive fingindo aquela frigidez absurdamente FRÍGIDA. Pensando bem, depois de todo esse desabafo, nada pior que ser frígida. Frigidez é uma coisa que vem de fábrica, e estampada na testa.
Voltando ao assunto Padmé, em todas as cenas, nas perfeições dos movimentos.
Que inveja!
Hoje sei o quanto deveria ter seguido no balé.
Leveza nos movimentos. Quanta delicadeza.
Já comentei com vocês que a maior frustração da minha vida é não ser delicada?
Sim, é verdade. Tudo se resume a isso.
Mas hoje o assunto não é ESSA crise existencial, mas uma crise bizarra do porque as coisas simplesmente acontecem comigo.
Apesar de a minha alma estar um pouco lavada, e as coisas terem sido digeridas de uma forma perto da saudável, porque só eu mereço?
E além de tudo mal consigo extravasar.
Tanto não consigo que tive de procurar a palavra extravasar no dicionário.
Pô, o máximo que consegui foi deixar todos os meus músculos lá pelo chão da academia.
Nããão, mentira, consegui mais: Ao terminar o filme, levantei da cama e vi milhares de plumas ao longo do meu colchão. Será que é culpa do meu travesseiro de plumas de ganso, ou será meu lado Black Swan?
"Assim que o amor entrou no meio, o meio virou amor
O fogo se derreteu, o gelo se incendiou
E a brisa que era um tufão
Depois que o mar derramou, depois que a casa caiu
O vento da paz soprou
Clareou, refletiu, se cansou do ódio e viu que o sonho é real
E qualquer vitória é carnaval, carnaval, carnaval
Muito além da razão, bate forte emoção, ilusão que o céu criou..."
sexta-feira, 8 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Para todos os "Eduardos"
Hoje começaram, oficialmente, as minhas férias.
Prova disso é que além de perder meu estágio já foram atribuídas incumbências à minha pessoa.
Tomem nota: vovó e papai não podem ter ciência de tempo livre em minha agenda.
Fato.
Afora dessas constatações mais uma prova do famigerado tempo livre é a oportunidade que tenho para curtir minhas sessões de "reveja novamente mais uma vez o film que que você já viu".
E foi numa dessas que me encontrei com ninguém menos que Almodóvar, e seu convênio sensual com Penélope Cruz que, na verdade, nessa película não tem nada de sensual. Falo de : TODO SOBRE MI MADRE...Um dos filmes que mais gosto desse diretor, se não for O que mais gosto. Tipo em especial.
La mala educación, se é que é assim que se escreve, com meu castelhano/espanhol "macarrônicos", só deve sair na frente pelo fato de ter no elenco meu sonho de consumo latino americano: Gael García. Esse, de todas, deve ser a maior obra prima da natureza. Não perde nem pro bofe, mas abafa!
Falando em bofe...Puta que o Pariu, que coração de corno esse meu.
Adora sofrer.
Leva, leva, leva e lá está ele.
E eu, honey? Como fico?
Se fosse só o coração tava bom, mas meu destino também apronta algumas situações ímpares, tipo um encontro às 17:55 num domingo frio. Como diria o populacho: É PÁ CABÁ!!
Claro que, apesar de tentar não pensar nisso, caí.
Caí na tentação.
Caí em todas as tentações.
E a resposta...
Quer dizer, teve alguma resposta?
Não obstante, cá estou em passando meu recibo cotidiano e guardando tudo isso para a posteridade.
Pensei nisso o dia todo, e me coloquei a pensar que certos mesmo estavam Eduardo e Mônica. Acredito que além de certos estavam felizes também.
Eles deviam ter um motivo especial: acreditar no amor. O quê está carente no mercado atual. Mas o engraçado é que apesar da oferta escassa não vejo a procura ou demanda aumentarem.
Triste, né...
"Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema
Escola, cinema, clube, televisão..."
Prova disso é que além de perder meu estágio já foram atribuídas incumbências à minha pessoa.
Tomem nota: vovó e papai não podem ter ciência de tempo livre em minha agenda.
Fato.
Afora dessas constatações mais uma prova do famigerado tempo livre é a oportunidade que tenho para curtir minhas sessões de "reveja novamente mais uma vez o film que que você já viu".
E foi numa dessas que me encontrei com ninguém menos que Almodóvar, e seu convênio sensual com Penélope Cruz que, na verdade, nessa película não tem nada de sensual. Falo de : TODO SOBRE MI MADRE...Um dos filmes que mais gosto desse diretor, se não for O que mais gosto. Tipo em especial.
La mala educación, se é que é assim que se escreve, com meu castelhano/espanhol "macarrônicos", só deve sair na frente pelo fato de ter no elenco meu sonho de consumo latino americano: Gael García. Esse, de todas, deve ser a maior obra prima da natureza. Não perde nem pro bofe, mas abafa!
Falando em bofe...Puta que o Pariu, que coração de corno esse meu.
Adora sofrer.
Leva, leva, leva e lá está ele.
E eu, honey? Como fico?
Se fosse só o coração tava bom, mas meu destino também apronta algumas situações ímpares, tipo um encontro às 17:55 num domingo frio. Como diria o populacho: É PÁ CABÁ!!
Claro que, apesar de tentar não pensar nisso, caí.
Caí na tentação.
Caí em todas as tentações.
E a resposta...
Quer dizer, teve alguma resposta?
Não obstante, cá estou em passando meu recibo cotidiano e guardando tudo isso para a posteridade.
Pensei nisso o dia todo, e me coloquei a pensar que certos mesmo estavam Eduardo e Mônica. Acredito que além de certos estavam felizes também.
Eles deviam ter um motivo especial: acreditar no amor. O quê está carente no mercado atual. Mas o engraçado é que apesar da oferta escassa não vejo a procura ou demanda aumentarem.
Triste, né...
"Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema
Escola, cinema, clube, televisão..."
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Em busca da transitividade.
Bom dia, 30!!
Hoje é dia de escrever porque são extamente 00:29 e estou tentando dormir desde as 23:35 do dia 29. Jóia!
Sim, senta que lá vem história...pã pã pã pã(nunca achei que plagiaria isso do programa "Rá-Tim-Bum", enfim).
Às vezes eu me pego pensando e sinto medo: - Será que existe mais alguém nesse mundo de meu Deus que sofra dos mesmos devaneios que eu?
Espero que sim, porque ninguém merece ser sozinho, inclusive eu!
O símbolo do meu signo é uma balança, o do curso que eu escolhei também, e a última coisa que posso dizer ter é o equilíbrio.
Irônico, pra dizer o mínimo.
Pois é, hoje é dia de devaneio monstro, e porque? Porque eu to cansada da intransitividade do verbo amar.
Eu amo.
Amo pra caralho.
Caralho no sentido métrico que já adquiriu.
E como diria um "conhecido meu": Durante a minha longa jornada até aqui, após noites de sono mal dormidas, chego à conclusão de que não vivo sem amor. Não precisa ser exatamente por alguém, pode ser por uma coisa; meus discos, por exemplo.
No meu caso, não sei se é amor, porque sempre achei que amor demandaria tempo, mas se não o é, meu sentimento tá fazendo estágio com ele, viu!
Dói. Éééé, e nessa novela não quero ser teu amigo...
Na verdade, O problema é quando O PROBLEMA não está ao meu alcance.
Aí já era.
Penso que queria ter passado mais vezes na fila da intelectualidade e menos na do sentir.
Futilmente comentando, ganharei milhares de rugas por conta dos sentimentos.
Dammit.
Fora que estes sempre me levam a ter de explicar pras pessoas, pro mundo, pro cosmos, que não sou insana.
"Eu já nem sei se eu tô misturando
Eu perco o sono
Lembrando em cada riso teu
Qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira
A noite inteira
Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo tanto..."
Hoje é dia de escrever porque são extamente 00:29 e estou tentando dormir desde as 23:35 do dia 29. Jóia!
Sim, senta que lá vem história...pã pã pã pã(nunca achei que plagiaria isso do programa "Rá-Tim-Bum", enfim).
Às vezes eu me pego pensando e sinto medo: - Será que existe mais alguém nesse mundo de meu Deus que sofra dos mesmos devaneios que eu?
Espero que sim, porque ninguém merece ser sozinho, inclusive eu!
O símbolo do meu signo é uma balança, o do curso que eu escolhei também, e a última coisa que posso dizer ter é o equilíbrio.
Irônico, pra dizer o mínimo.
Pois é, hoje é dia de devaneio monstro, e porque? Porque eu to cansada da intransitividade do verbo amar.
Eu amo.
Amo pra caralho.
Caralho no sentido métrico que já adquiriu.
E como diria um "conhecido meu": Durante a minha longa jornada até aqui, após noites de sono mal dormidas, chego à conclusão de que não vivo sem amor. Não precisa ser exatamente por alguém, pode ser por uma coisa; meus discos, por exemplo.
No meu caso, não sei se é amor, porque sempre achei que amor demandaria tempo, mas se não o é, meu sentimento tá fazendo estágio com ele, viu!
Dói. Éééé, e nessa novela não quero ser teu amigo...
Na verdade, O problema é quando O PROBLEMA não está ao meu alcance.
Aí já era.
Penso que queria ter passado mais vezes na fila da intelectualidade e menos na do sentir.
Futilmente comentando, ganharei milhares de rugas por conta dos sentimentos.
Dammit.
Fora que estes sempre me levam a ter de explicar pras pessoas, pro mundo, pro cosmos, que não sou insana.
"Eu já nem sei se eu tô misturando
Eu perco o sono
Lembrando em cada riso teu
Qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira
A noite inteira
Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo tanto..."
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Todo mundo tem um ponto fraco...
Pois é, quando me invoco com algo é assim. Fico lá, com o dedo na mesma tecla. Algumas pessoas chamariam de insistência, outras só de idiotice, e agora estou nas empreitadas de suprir carências, mas por hora só do blog.
Alguém tem de ser feliz nessa casa, né? Também não gosto da situação de não ser eu, mas essa está fora do meu alcance, de qualquer tipo de cogitação.
“Como pode alguém ser tão demente, porra louca, inconsequente e ainda amar?” Pior, como pode alguém sofrer TANTO por uma pessoa com quem mal conviveu e pra quem pouco conseguiu se mostrar? PUTA abraço curto sufocante.
Daí me ponho a pensar MESMO num comentário que ouvi esses dias: a felicidade é uma merda!
Acho que todo mundo concorda, porque a felicidade faz a gente fazer coisas “indizíveis”, totalmente inexplicáveis.
Mas a infelicidade também é um causo, viu!
Como diria minha vó, É OSSO!!!
Claro que é, porque não é uma opção.
É masoquismo demais procurar um não achar.
“Benzinho, eu ando pirado
Rodando de bar em bar
Jogando conversa fora
Só pra te ver
Passando, gingando
Me encarando
Me enchendo de esperança
Me maltratando a visão”
Éééé benzinho. Pena minha sorte andar tão questionável ao ponto de me fazer usar palavras alheias e nem ter o azar de te ver, ouvir ou tocar.
“Todos os dias faça alguma coisa que seja assustadora, cante.
Não trate os sentimentos alheios de forma irresponsável. Não tolere aqueles que agem de forma irresponsável em relação a você.
Relaxe.
Não perca tempo com a inveja, algumas vezes você ganha, algumas você perde.”
Alguém tem de ser feliz nessa casa, né? Também não gosto da situação de não ser eu, mas essa está fora do meu alcance, de qualquer tipo de cogitação.
“Como pode alguém ser tão demente, porra louca, inconsequente e ainda amar?” Pior, como pode alguém sofrer TANTO por uma pessoa com quem mal conviveu e pra quem pouco conseguiu se mostrar? PUTA abraço curto sufocante.
Daí me ponho a pensar MESMO num comentário que ouvi esses dias: a felicidade é uma merda!
Acho que todo mundo concorda, porque a felicidade faz a gente fazer coisas “indizíveis”, totalmente inexplicáveis.
Mas a infelicidade também é um causo, viu!
Como diria minha vó, É OSSO!!!
Claro que é, porque não é uma opção.
É masoquismo demais procurar um não achar.
“Benzinho, eu ando pirado
Rodando de bar em bar
Jogando conversa fora
Só pra te ver
Passando, gingando
Me encarando
Me enchendo de esperança
Me maltratando a visão”
Éééé benzinho. Pena minha sorte andar tão questionável ao ponto de me fazer usar palavras alheias e nem ter o azar de te ver, ouvir ou tocar.
“Todos os dias faça alguma coisa que seja assustadora, cante.
Não trate os sentimentos alheios de forma irresponsável. Não tolere aqueles que agem de forma irresponsável em relação a você.
Relaxe.
Não perca tempo com a inveja, algumas vezes você ganha, algumas você perde.”
terça-feira, 21 de junho de 2011
Prólogo dos Fatos
Ah, as coisas passam de um jeito às vezes que a gente esquece, abstrai todo o universo a nossa volta...maldito pé na bunda. Mais maldito ainda quando é sucedido de época de provas!
Ainda bem que um amado amigo, das antigas, me atentou para meu desrespeito com meu blog. Thanks, babe, apesar de eu não ser tão famosa quanto o PC Siqueira, este texto é pra você.
De qualquer modo, agora só faltam três provas para um breve mês de descanso, apesar da vida adulta me chamar para o labor, mas como dizem: "felizardos não são os que tem o que querem, mas os que fazem o que tem de fazer".
Bonito isso, né? Mas não li num livro não.
Putz, falando em livro...tô relendo um.
Intitulado Memórias de Minhas Putas Tristes. García Marquez, conhece?
Pois é, interessante a visão Marquiana do amor, pessimista, mas interessante.
Apesar que li esse livro há uns cinco anos, e meio que dinamicamente, mas a julgar pela minha experiência a visão dele não melhora em relação para com isso. Preciso confirmar a assertiva com outras obras, enfim.
Fora isso, Cazuza continua acordando comigo na maior parte dos dias, experimentei ouvir outras coisas também, até Kings of Lion, e foi menos traumatizante do que imaginei.
Fins de semanas em balada que jamais imaginei estar. É fácil se acostumar com coisas boas, né?!
Mas hoje, meio que bateu, acordei com o Seu Jorge.
Porra Mané Galinha, hoje não violão!!
Tô me reconstruindo tão bem!
Espera pelo menos a época de prova passar, assim é mais fácil te manter enjaulado e do labor ir direto vestir a personagem de "boa vivant".
"Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado de alma e sim um signo do zodíaco."
Ainda bem que um amado amigo, das antigas, me atentou para meu desrespeito com meu blog. Thanks, babe, apesar de eu não ser tão famosa quanto o PC Siqueira, este texto é pra você.
De qualquer modo, agora só faltam três provas para um breve mês de descanso, apesar da vida adulta me chamar para o labor, mas como dizem: "felizardos não são os que tem o que querem, mas os que fazem o que tem de fazer".
Bonito isso, né? Mas não li num livro não.
Putz, falando em livro...tô relendo um.
Intitulado Memórias de Minhas Putas Tristes. García Marquez, conhece?
Pois é, interessante a visão Marquiana do amor, pessimista, mas interessante.
Apesar que li esse livro há uns cinco anos, e meio que dinamicamente, mas a julgar pela minha experiência a visão dele não melhora em relação para com isso. Preciso confirmar a assertiva com outras obras, enfim.
Fora isso, Cazuza continua acordando comigo na maior parte dos dias, experimentei ouvir outras coisas também, até Kings of Lion, e foi menos traumatizante do que imaginei.
Fins de semanas em balada que jamais imaginei estar. É fácil se acostumar com coisas boas, né?!
Mas hoje, meio que bateu, acordei com o Seu Jorge.
Porra Mané Galinha, hoje não violão!!
Tô me reconstruindo tão bem!
Espera pelo menos a época de prova passar, assim é mais fácil te manter enjaulado e do labor ir direto vestir a personagem de "boa vivant".
"Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado de alma e sim um signo do zodíaco."
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